O interesse se dava pelo fato de a região estar às margens do Mar Negro. A Rússia, lucky jaguar demo no entanto, flertava com o fato de adquirir novamente a região da Crimeia. O Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares seria a garantia de independência da região. No acordo, inclusive, o governo ucraniano abriu mão de seu arsenal nuclear, o terceiro maior do mundo. O temor com a situação das tensões que ali existiam apavoravam os ucranianos. O trabalho de conter a efusiva nação era da Ucrânia, enquanto as crises eram contornadas através de acordos com o governo russo. A autonomia da região, entretanto, só foi restaurada em 1991, último ano da URSS e o término da Guerra Fria. A Crimeia é uma península que pertence à Ucrância, atualmente.
A Crimeia é um território cuja posse é disputada entre Rússia e Ucrânia desde que os russos decidiram ocupar a península em 2014. Nos Bálcãs, no início do século XX, o crescente nacionalismo eslavo contra a presença turca levou a região à primeira das Guerras Balcânicas. Diante da oposição das grandes potências, os russos recuaram outra vez. Por outro lado, o Império Otomano, representado por Aali-pachà ou Meliemet Emin era admitido na comunidade das potências europeias, tendo o sultão se comprometido a tratar seus súditos cristãos de acordo com as leis europeias. A guerra terminou com a assinatura do tratado de Paris de 30 de março de 1856.
A justificativa para o acordo descrito fundamentava-se na ideia de A votação foi condenada por Kiev e pela comunidade internacional, que a considera ilegítima. A Crimeia representa um território estratégico do ponto de vista militar russo, considerando a sua posição geográfica. Nesse discurso que antecedeu a assinatura da anexação da Crimeia, Putin destacou a questão como vital para os interesses russos. Atualmente, a Crimeia continua sendo um foco de disputas territoriais entre a Rússia e a Ucrânia, sendo ainda considerada uma república autônoma da Rússia. Houve uma intensa reação da comunidade internacional, em especial da Otan, com os Estados Unidos à frente, e da União Europeia, e há grande pressão para a resolução do conflito por vias diplomáticas. No sentido inverso, cidadãos russos migraram para a península e hoje representam 67% da população local.